Por duas razões me doeu ir ver a famosa cascata do Pego do Inferno em Tavira. A primeira foi porque nos tivemos que levantar às 5h da manhã para evitar a carrada de turistas, que verificámos mais tarde ser uma multidão espanhola pronta para um “pikinike” com arcas frigoríficas e cervejas ansiosas por serem abertas por mãos com restos de batatas fritas de pacote, e a segunda porque essa mesma multidão, dos dias anteriores deixou os restos imortais de plástico e vidro da gula preguiçosa. É o cúmulo do turismo, que visita sítios tão bonitos e o estrega enquanto o usufrui. Partilhem e cuidem deste sítio lindíssimo.

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