Ontem fui ver o filme Malapata. Entusiasmado, não só por ter sido filmado em Faro, mas porque o Rui Unas e o Marco Horácio parecem ser boas pessoas.

Fiquei tão desiludido como quando aqui há uns anos, no Portimão Arena, vi o backstage dum truque de magia do Luís de Matos, que envolvia gémeos e nada de tele transporte.



As longas filmagens aéreas de Faro não me distraíram de uma história que podia ter sido tão bem contada, que mais pareceu um vídeo feito por amigos durante um fim-de-semana enquanto bebiam umas cervejas, sem grande preocupação ou cuidado.

O argumento, com o potencial arrastado a reboque pela ocasional piada, não conseguiu cativar.

Uma boa história ficou por contar, tímida e pequena, escondida atrás das sais das representações de atores que, para mim, foram a única coisa pela qual este filme não me fez sentir arrependimento imediato.

O Malapata, ou má sorte, mostra-nos que não é só preciso sorte, mas sim, e principalmente, trabalho para se ter sucesso.

O primeiro anúncio de longa-duração de Faro está em exibição na Guia, em Albufeira.



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